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Grandes vinganças da história: o jeito cruel de dar o troco
Apesar de a vingança não ser uma prática exclusiva dos humanos, não se pode negar que a humanidade tem o poder de causar sofrimento como ninguém. A vingança, certamente, já rendeu passagens sombrias e aterradoras na literatura. Ela pode, inclusive, ser confundida como uma forma de reparar um mal ou injustiça.
Entrevista com a autora Tess Stimson
Bati um papo com a Tess Stimson – autora do livro “Ex/Mulher”. Descubra de onde veio à inspiração para escrever essa história e muito mais.
Entrevista com o autor Gareth Hanrahan
Não houve uma única inspiração - A Oração dos Miseráveis é como que o ponto de intersecção de muitos dos meus interesses. É a zona em que a arqueologia industrial se encontra com divindades estranhas, onde a política dos bastidores se cruza com a alta fantasia. A sensação e o conceito da cidade vieram primeiro, as personagens vieram depois. Sempre tive problemas em escrever protagonistas, por isso, em Cari, criei uma personagem que é inquieta, que sempre causa problemas e que é capaz de conduzir o enredo à frente.
Entrevista com o autor Michael Koryta
Batemos um papo com Michael Koryta, autor do livro “Aqueles que me desejam a morte”, sobre suas inspirações, seu processo de escrita e como foi adaptar o seu livro para o filme de mesmo nome, que chegou no cinemas em maio de 2021. Confira abaixo as respostas e descubra um pouco mais sobre o autor e sua obra.
Os melhores detetives da literatura
Neste ponto da história podemos concordar com uma coisa, o ser humano adora ser desafiado. Criaturas pensantes, amam diferentes estímulos para manter o interesse e sanar sua curiosidade. No texto “Editorial” publicado aqui mesmo neste blog, o editor André Marinho disse tudo ao afirmar que “Nada é o que parece. E nada é por acaso”. Se juntarmos tudo isso com a leitura, temos então um prazer especial em acompanhar grandes detetives em suas várias aventuras. Com isso em mente, confira abaixo uma lista com alguns dos melhores detetives da literatura!
A gente gosta de ler fantasia para escapar da realidade?
Se você é uma daquelas pessoas que não gosta de ler e prefere esperar sair o filme, vou começar este artigo com um spoiler: A resposta para a pergunta do título é “sim”. Mas se você fosse esse tipo de pessoa, provavelmente não estaria em um site de uma editora, lendo um artigo sobre literatura e fantasia, então pegue uma caneca, seu café ou chá preferido e vamos continuar nosso papo para descobrir se essa fuga da realidade é boa ou ruim.
Os cinco maiores julgamentos da história
De uma forma ou de outra, a nossa civilização foi moldada por decisões dos tribunais. Os julgamentos explicam a nossa história e conhecê-los nos permite compreender melhor nosso caminho. Os julgamentos injustos jamais acabam, não têm fim. Seguem ecoando em nossas consciências. Da mesma forma, julgamentos que espelham os anseios da civilização, que visam a reparar grandes males, são, a todo tempo, renovados.
Assassinos que se Inspiraram em Outros Assassinos
O famoso escritor irlandês Oscar Wilde disse certa vez que “A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida”. Já o curitibano Paulo Leminski disse que “A vida não imita a arte. Imita um programa ruim de televisão”. Quem estaria correto nessa história, deixo com vocês, mas o que é de conhecimento público é que diversos assassinos inspiraram filmes e livros de sucesso, mas o contrário também ocorreu. Mas há casos de assassinos que se tornaram ídolos – sim – ao ponto de inspirarem outros assassinos.
Tudo some, menos o passado desses detetives
De qual livro da Trama estamos falando? Dos dois! Em "Onde está Daisy Mason?", conhecemos Adam Fawley, um detetive marcado por sua própria tragédia familiar, encarregado de investigar o desaparecimento de Daisy. Já em "O último sorriso na cidade partida", conhecemos Fetch Phillips, um detetive particular que bebe para esquecer sua participação em eventos decisivos na história de seu mundo.
A estreia de Luke Arnold no mundo literário
Em seu primeiro romance Luke Arnold nos leva para uma realidade em que a magia, há seis anos, deixou de existir e Fetch Phillips parece carregar uma grande culpa em relação a este acontecimento. Sendo um ex-soldado do exército humano, em tempos sombrios Fetch acabou virando um detetive particular/faz-tudo, o que rolar para sobreviver. E é assim que ele é contratado para investigar a morte de um velho professor vampiro, que desapareceu sem deixar rastros.
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